sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Santo Bilhete

Escrevi um tempo atrás para o blog das minhas amigas queridas do 3x30 sobre a iniciativa do bilhete e como não tenho conseguido escrever tanto quanto eu gostaria, resolvi recuperar um texto que acho bacana, que fala da arte da paquera. Espero que gostem!

Um bar com nome de santo “São Bento” e o “Santo bilhete”, quer melhor que isso? Não demorou muito para eu colocar os olhos em um homem maravilhoso e momentos depois eu já estava com bloco e caneta em punho pronta para atacar. Ele tinha me hipnotizado e eu não iria embora sem conhecê-lo. Lembrei-me da época de solteira e como sempre fui determinada e não ia para casa sem tentar aquele gatinho logo na chegada. Que sensação gostosa sentir isso novamente.

Um simples bilhete trouxe-me uma experiência maravilhosa e internacional, isso mesmo, o moçoilo era português, estava no Brasil a trabalho, e o “torpedo” como é chamado nos bares por aí, trouxe muitas conversas por mensagens, emails, MSN, telefonemas e claro encontros inclusive na cidade maravilhosa. Felizmente ou infelizmente ele era “vermelho”, e a aventura foi estonteante, mas acabou e ficou apenas nas recordações. Mesmo assim, posso dizer que a experiência valeu muito à pena. Essa experiência é uma de muitas que ainda vou vivenciar, porque nem tudo são flores, e algumas foram realmente decepcionantes. Procuro não lembrar dessas...(juro que tento!)

Sou devota do “Santo Bilhete”. Já usei o recurso outras vezes com total sucesso. Inclusive eu e uma amiga recebemos um torpedo, também internacional, mas acabamos não levando a sério. É não é que o bilhete rendeu e muito? Só posso adiantar que adotei um santo em especial “São Jorge”. Um dia desses escrevo os detalhes dessa história muito gostosa.

O importante é aproveitar a vida, sem medo. Teste você também o bilhete e me escreva para contar: confissoesdeumadivorciada@gmail.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Brincadeira de gente grande

A primeira vez em um sex shop é sempre uma aventura. Antes de ir a um, conheci um lugar chique, no meio de Moema, de lingeries maravilhosas e que reservava um pequeno e discreto espaço para as brincadeiras. Eu tinha ido atrás do tal anel peniano com mini-vibrador , que a uma amiga tinha feito vários comentários. A atendente me deixou tão a vontade que fiz um rancho de roupinhas, acessórios. O brinquedinho vale cada centavo do investimento e indico para todas as amigas.

Entrei realmente em um sex shop com um grupo de mulheres em pleno centro de Porto Alegre e todas sairam com algum acessório a tira colo. Nesse dia, essa minha amiga querida, que convidei para escrever esse post, meu deu altas dicas e divertiu a mulherada. Se você ainda não conhece ou nunca usou os recursos dos brinquedinhos aproveite o relato. Tem de tudo e com certeza alguma coisa você vai encontrar para realizar as suas fantasias, sejam elas as mais loucas ou puritanas (nem tanto assim).

Com vocês minha super amiga, de 30 anos, solteiríssima e que está de aniversário em breve!

E continue acompanhando a Temporada Erótica. Tem muito mais por aí!

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Um rápido flash back: Namorei sete anos e durante esse tempo nunca comprei nada em sex shop para esquentar minha relação. Mesmo assim, meu primeiro contato esse tipo de loja foi na faculdade. É fato que todo mundo adora falar sobre sexo e na época era o assunto do intervalo. Levávamos revistas para fazer quiz sobre sexo, o celular era o elemento giratório para brincar de verdade ou mentira. Fora o palmtop de uma amiga que virava a atração com as imagens de cama sutra a abria a competição para quem já tinha experimentado cada posição.

A minha primeira vez no sex shop foi engraçada. Éramos quatro amigas: Uma virgem (que a gente achava que era mentira, risos); Uma casada (que nunca tinha ido); e eu e minha amiga que namorávamos anos e nada. Bom, então decidimos conhecer e foi demais. Tantas coisas absurdas para todos os tipos: heteros, gays, lesbicas e etc. A virgem perguntava tudo, o que era engraçado; A casada olhava os vídeos e gritava “olha dá para fazer isso” e eu e minha amiga olhávamos as coisas que poderia aquecer o nosso namoro. Enfim, não compramos nada e o carro quebrou em frente à loja, bizarro.

Fiquei solteira e ai de fato eu conheci o que era sexo e as possibilidades dele. Acho que criamos preconceitos bobos e com a maturidade deixamos de lado. Tenho um grupo de amigas enorme e todas com mil experiências, umas mais ou outras menos,mas começamos a trocar ideias e todas descobriram que tínhamos que ir ao sex shop . Foi a partir desse momento que descobri várias possibilidades de fazer do sexo uma brincadeira cheia de prazeres.

O que descobri, experimentei e indico para a mulherada afim de colocar mais diversão no sexo:

- Bolinha: É algo fascinante para brincar, pois tem um líquido perfumado que aquece tanto a vagina quanto ao pênis e o mais legal é não contar ao parceiro, pois você introduz a vagina e na hora do sexo “surpresa”;
- Óleo: Descobri o óleo com sabor de canela que no sexo oral é tudo de bom, pois pode aquecer e o homem fica enlouquecido. O mais legal é que tem vários sabores e várias sensações como: frio, quente, ambos, muito bom mesmo;
- Vibrador: Tem um que é demais é tanto para a mulher quanto para o homem. É de silicone, tem um anel para homem colocar no pênis e na relação o vibrador massageia ambos que vão ao delírio rapidinho. Tem em vários formatos de bichinhos, como coelhinho, pato, etc.;
- Pomadinha: Para você gozar com mais facilidade e para fazer sexo anal e tantas outras coisas.

Enfim, depois de todos esses aprendizados, repasso para todas as minhas amigas. Inclusive tenho um grupo que adoro que é super diferente que tem mulheres de 50 anos a 30 anos, que descobriram o sex shop e adoram essa novidade. O fato é que não podemos deixar de gozar a vida. Cada relação é única e temos o dever de conhecer todas as possibilidades de prazer, sempre respeitando o seu limite...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Onde tudo é permitido....

...mas nada é obrigatório. “Bom descanso”, diz o porteiro, logo após eu entrar na garagem do meu prédio, no início daquela noite. Foi engraçado. Mal sabia ele dos meus planos para mais tarde. Descanso definitivamente não era, mas sim uma mistura de emoção, curiosidade e badalação.

Sempre quis conhecer uma casa de swing. Quando encontrei a pessoa certa para essa aventura fiz o convite. Acertei na escolha e também no momento. Hoje penso muito diferente e estou aberta a novas experiências em um relacionamento. Ter uma pessoa para acompanhar isso é tudo de bom. Eu sabia que seria a pessoa perfeita e foi. Estávamos na mesma “vibe” o tempo todo.

A chegada é de uma balada comum, com muitos casais, ambiente escuro e algumas mulheres um pouco extravagantes. Dizem que as garotas de programa não frequentam, mas eu duvido. Com certeza elas aquecem o ambiente e dão, vamos dizer assim, um incentivo às mais tímidas e uma alegria para os homens que aproveitam para tirar uma casquinha.

O primeiro show começa com um bombado para caramba. Que bom que eu estava bem no final. Imagina se ele me leva para o palco? E mais uma dose de vodka. Uma gostosa apareceu e desceu pelo mastro do mezanino. Belo show! A música era animada e me senti literalmente em uma balada liberal e alternativa. Dancei, me diverti e ninguém chegou chegando, mas eventualmente uma mão na cintura, mas sem insistência quando via que não rolava. Mulheres nuas dançando no balcão, outras quase nuas aproveitando para dar show e a galera entrando no clima.

Fomos conhecer outros ambientes da casa. A primeira era quase uma sala de espera, com cabines individuais. Resolvemos fazer amizades e conversamos com a Carol, que foi super simpática. Ela já conhecia a casa, nos explicou algumas coisas e disse que tinha namorado, mas que gostava de pegar “menina”, então vinha sempre com um amigo. Outro casal ouviu nossa conversa e entrou no embalo. Tinham que ser gaúchos. Quando eu digo que eles estão em todo lugar as pessoas não acreditam. Resolvemos despistar e desbravar outros espaços.

Em outro corredor o clima estava mais quente. Primeiro os sons, depois as nuances e tudo que se pode imaginar: dois homens e uma mulher; duas mulheres e um homem e muitos casais transando. Todo mundo super à vontade e no maior clima de excitação. Impossível não olhar e despertar o tesão. O mais interessante era que cada um se preocupava apenas com a sua vida, ou melhor, com o seu sexo, como se ninguém estivesse observando. Acho que contei uns 20 grupos nos sofás e em pé em uma sala pequena e quente. As mais loucas monopolizavam o som ambiente, com urros, gritos, como em um filme pornô. Isso era apenas o pano de fundo para outras atuações paralelas. Acho que ali aconteciam troca de casais, mas eu sinceramente, não tive tempo e nem coragem de observar com tanto detalhe.

Sempre achei que me sentiria mal e que o clima seria pesado. Bem pelo contrário, achei muito tranquilo e nada perturbador como imaginava. Claro que as doses de vodka ajudaram a relaxar. Fiquei feliz por ter levado a situação numa boa, apesar de ter ficado um pouco congelada para observar os detalhes. Abaixo o pudor - vale tudo para sentir prazer. É isso que as pessoas buscam por lá, seja para apimentar a relação ou mesmo para curtir algo diferente com o seu próprio parceiro ou parceira. Pelo que observei não necessariamente existe a troca de casais.

Se gostei? Adorei a experiência e espero repetir a dose. Depois de conhecer acho que a segunda vez vai ser ainda mais interessante e ousada. Quem sabe esse foi apenas mais um dos paradigmas que quebrei depois dos 30.

domingo, 27 de setembro de 2009

Temporada Erótica

Resolvi criar um clima mais erótico ao blog com histórias, situações e iniciativas na arte da sedução. As minhas leitoras da mesma classe "divorciadas", sabem o que acontece quando as mulheres resolvem apimentar a relação. E as que ainda não conhecem os detalhes mais sórdicos e excitantes tenho certeza que vão adorar.

Tudo são fases e hoje falo mais facilmente sobre sexo e quebrei vários tabus. Vou contar para vocês os meus passos e ilustrar, com cases muitos interessantes. Para aquecer, compartilho a história de uma leitora, representada pela personagem de Catherine Deneuve em "La Belle de Jour", um filme excelente. Enjoy!
Espero que essa seja só a sua primeira colaboração para o Confissões de uma Divorciada Catherine. Escreva mais vezes!!!
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Não consigo parar de pensar naquela tarde. Dia de sol, meio do expediente. Aquele olhar, aquelas mãos...A forma como me pegou de jeito, me beijou cada centímetro do corpo com vontade e desejo. Deliciou-se onde eu mais me delicio. Depois subiu, me beijou os seios, a boca, meu pescoço.

Invertemos. Fui eu lhe beijar o corpo todo. Corpo grande, largo. Ouvir seus sussurros de prazer enquanto lhe beijo seu ponto mais fraco me fez a mais feliz das mulheres. Depois de preliminares tão intensas, permitimo-nos o encontro dos corpos. Enquanto ele coloca a camisinha, eu sigo lhe beijando as costas, a barriga, as coxas... Ele monta sobre mim. Sinto uma conexão que me faz arrepiar a espinha. Fomos feitos um para o outro ao menos naquele dia, naquela tarde, naquele momento.

Ele se mexe. Eu me mexo. Tenho um orgasmo em questão de minutos. Respiro. Beijo aquela boca deliciosa. Me recupero e voo para cima dele. Domino aquele homem e faço dele o meu playground.

Mudamos de posição. Ambos sentados. Eu sobre ele. Nova posição. Eu deitada, pernas para cima. Ele faz uma abordagem por trás. Não perco tempo e fico logo de quatro. Adoro! Dá a sensação de que o homem se sente totalmente realizado desse jeito. A mulher fica subserviente, prestativa. Ele geme e me agarra pela cintura. Puxa meus cabelos ora com força ora com delicadeza. Gentil, me pergunta se agüento mais tempo dessa forma. Digo que sim. Estou encharcada. Nunca tive um orgasmo nessa posição. É possível?

Ele me vira de novo, levanta as minhas pernas e começa a me bombardear. Ataques sucessivos. Vou ter um novo orgasmo...até que ele geme mais alto, mais e mais. E goza. Tem coisa mais linda que ver um homem se desmanchar em um gozo bem no meio das suas pernas? Não tem.

Valeu o dia. Valeu a vida. Afinal, o que é a vida se não esses prazeres de meio de tarde? O que é a vida sem esses encontros fortuitos?

Assinado: La Belle La Jour

Uau, hein? Se você também tem uma bela história como essa ou até mesmo engraçada divida com a gente na temporada erótica do blog. Escreva: confissoesdeumadivorciada@gmail.com

E tem muito mais por aí!

domingo, 6 de setembro de 2009

Número da sorte: 11


Sempre tive uma relação forte com o número 11, talvez porque seja nascida nesse dia. A numerologia diz que quem nasce neste dia terá grandes ideais e aspirações. “Sua grande dificuldade é que muitas vezes, deixa a razão sobrepor-se à intuição. Esta atitude não o levará a coisas boas, já que tem qualidades mediúnicas, é sensitivo e deve seguir a sua intuição”.

Se eu tivesse lido essa descrição antes, teria pelo menos levado em consideração. Realmente sempre quando ajo pela razão as coisas não acontecem da melhor maneira e sempre que ouço minha intuição dificilmente me engano.

Quando pensei em 11, foi simplesmente para lembrar as coincidências desse número na minha vida.

Nasci no dia 11 de junho.
Dei meu primeiro beijo aos 11 anos.
Morei em três apartamentos com o número 11 (111, 11 e 114).
Acabei um relacionamento de 11 anos (entre namoro e casamento).
Simplesmente adoro a música Trem das 11.
Sempre torci pelo camisa 11 da Seleção.
Foi em dia 11 que eu descobri que seria jornalista.
Já trabalhei em 11 lugares diferentes.
Tenho 11 amigas muito queridas.

E a melhor coincidência de todas: apaixonei-me depois de 11 meses separada.

Estou adorando tudo isso!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Eu posso!


Uma das coisas que faz parte da vida de uma divorciada é lidar com as finanças. Eu nunca fui uma descontrolada, pelo contrário, mas achei que sofreria muito de controlar o orçamento sozinha. Acho que esse é um dilema de muitas mulheres: como conseguir dar conta de pagar todas as contas, atender as inúmeras demandas de beleza (manicure, cabelo, e depilação) e ainda resistir a comprar um sapato, bolsa ou blusinha nova?

Acho que o segredo sempre está no objetivo, pelo menos para mim. Outra dica que aprendi com a uma amiga muito querida, inclusive autora de “As Armadilhas do Consumo”, é que as dívidas afetivas são as piores. Então controlo essas e evito claro, ir às compras na TPM ou muito irritada, pois sempre volto com um problema ao invés de um presente para mim.

O que percebi com a nova vida, é que posso fazer muito mais coisas do que eu imaginava. Já vivi inúmeras situações, claro, como a troca de um bom salário por um estágio, desemprego do marido e corte de gastos para comprar apartamento, carro, etc. Mas o que eu não imaginava é que eu mesma poderia me proporcionar certos luxos: como viajar, jantar em um bom restaurante, passear fazendo comprinhas com as amigas, etc. Isso é muito gostoso.

Antigamente, quando era casada, a pressão era tanta que eu não me permitia nada e quando resolvia comprar algo isso me trazia um mal estar. Agora percebo que dá para fazer. Claro que existe sempre uma ginástica daqui e dali. Corta a faxineira, o pet shop da filhota e pronto, dinheirinho para balada! Fico muito feliz com isso, de conseguir o equilíbrio nas finanças.

Acabei de ler “Delírios de Consumo”, como dever de casa do trabalho e acabei me divertindo muito com a jornalista endividada. Percebi que sou bastante ponderada, organizada, mas que posso me permitir algumas coisas. Resultado: hoje no almoço vi um sapato lindo na vitrine, que adorei e não resisti. A diferença, é que hoje fico super bem de comprar, porque ....

EU POSSO!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sempre tem a primeira vez


A minha primeira vez foi um início de verão, de muita empolgação, agitação, sol, calor e por que não... muita música eletrônica. Uma noite tão longa que minha paciência já tinha acabado, faltava vontade de dançar aquele ritmo que não combinava com nada. Eu observava aquelas pessoas na maior animação e ficava imaginando porque eu estava tão deslocada.

Quando a noite parecia ter chegado ao fim, eis que avisto um gatinho no canto, só observando toda a movimentação. Como todas as pessoas pareciam transtornadas até achei ele normal para aquela noite maluca. Aproximei-me e logo rolou um papinho de balada, sabe? Sem sentido nenhum, mas só para dar abertura e rolar um beijo.

Ele era o verdadeiro “Ken” namorado da Barbie. Cabelo perfeito, olhos claros, um corpo sarado, surfista. Era o próprio boneco, até no comportamento. Achei que fosse a cerveja, mas quem fica tão bêbado assim com cevada? Os amigos acabaram abandonando ele no lugar e eu como boa samaritana o levei a praia vizinha, com muitas curvas pelo caminho.

Era minha primeira balada forte, minha primeira ida à praia e também minha primeira noite com um total estranho depois da separação. Mas eu estava quebrando regras, vivendo a vida, correndo riscos. Parece imaturo, mas eu precisava viver o novo e o imprevisível. Tudo parecia muito novo, mas o que eu não imaginava era viver uma situação tão constrangedora.

O garoto “Ken” não tinha apenas bebido umas e outras, mas sim fumado uns e outros e eu nem tinha percebido. Bom, na hora “H”, não deu certo e pela primeira vez vivi na pele uma transa que não rolou, não porque não quis, mas porque ele “brochou”. Eu realmente não sei o que aconteceu e nunca vou saber, mas foi a minha primeira vez.

Quando ia embora naquela manhã, subindo ladeiras e com o sol no rosto, maquiagem lavada e roupa preta que não combinava nada com aquela paisagem, eu sorria. Eu gargalhava comigo mesma e não conseguia ter um pingo de sono, preguiça ou indignação. Apenas estava me divertindo de ter vivido essa experiência, mesmo que frustrante. O que eu não podia imaginar é que um dia dividiria ela aqui com vocês.

PS: o mais engraçado foi comprar um Ken como da foto de Natal para a minha sobrinha de três anos e relembrar a história.